Tião Leite (Sebastião Leite de Carvalho) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Medicilândia em 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Medicilândia/PA: 1.223 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Medicilândia/PA, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 69 mil em 2020 (44% com serviços contábeis) e R$ 13 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
417 votos em 2024 · 7 eleições
A votação de Sebastião Leite de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 12 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos
Tião Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Medicilândia (PA) em 2008, 2012, 2016 e 2024, e prefeito em Medicilândia (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2020, 44% dos R$ 69 mil em gastos foram com serviços contábeis; em 2016, R$ 13 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 69 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 26% · pessoas 45% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil16,9%
Materiais impressosR$ 4705,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3003,4%
Cessão ou locação de veículosR$ 2002,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 93 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil72,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO355LMedicilândia, Pará · 40 anos · Ensino fundamental incompleto · Agricultor · PSB · nº 40222 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2000—LMedicilândia, Pará · 36 anos · Ensino fundamental incompleto · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSB · nº 401 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSDB / PSB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.