Alonso Torres da Silva

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Alonso Torres da Silva
3 eleições entre 2012 e 2020 · PT
48 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
redes informadas ao TSE
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Alonso Torres (Alonso Torres da Silva) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Medicilândia em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Medicilândia/PA: 393 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Medicilândia/PA, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 594 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil), serviços contábeis (R$ 1 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2016 e R$ 5 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

105 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Alonso Torres da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 12 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Alonso Torres declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Medicilândia (PA) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 594 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil) e serviços contábeis (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 9 mil em gastos contratados; em 2012, 68% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Medicilândia (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
FEFC 5% · partido e outras campanhas 14% · pessoas 17% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 3 mil48,4%
  • Materiais impressosR$ 62010,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil41,6%
2016Vereador, Medicilândia (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil39,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil18,5%
  • Materiais impressosR$ 3003,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil39,0%
2012Vereador, Medicilândia (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 58% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil67,5%
  • Materiais impressosR$ 1753,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil29,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Alonso Torres da Silva (Alonso Torres): candidaturas e votos · Radar do Voto