- Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil23,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 34 mil19,4%
- Serviços de terceirosR$ 21 mil12,0%
- Materiais impressosR$ 18 mil10,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 61 mil35,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cleusa Temponi (Cleusa Gonçalves Vieira Temponi) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Cumaru do Norte em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Cumaru do Norte/PA: 2.962 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Cumaru do Norte/PA, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 75 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 175 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 41 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 34 mil) e serviços de terceiros (R$ 21 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 71 mil, 61% com combustíveis e lubrificantes.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cleusa Gonçalves Vieira Temponi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cleusa Temponi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Cumaru do Norte (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 75 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 175 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 41 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 34 mil). Em 2012, 61% dos R$ 71 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.