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Preta de Geraldim

Foto de Luzineide Souza de Morais
Preta de Geraldim
Luzineide Souza de Morais (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido CIDADANIA
42 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Dona de Casa

Preta de Geraldim (Luzineide Souza de Morais) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Bom Jesus do Tocantins/PA: 158 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Bom Jesus do Tocantins/PA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 90 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 708 em 2012 (71% com cessão ou locação de veículos) e R$ 435 em 2008.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

158 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Luzineide Souza de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Preta de Geraldim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Rondon do Pará (PA) em 2008, e vereadora em Bom Jesus do Tocantins (PA) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 90 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Em 2012, 71% dos R$ 708 em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, R$ 435 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 708contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Bom Jesus do Tocantins (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 3%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil100,0%
2012Vereadora, Bom Jesus do Tocantins (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 708
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50070,6%
  • Materiais impressosR$ 20829,4%
2008Vereadora, Rondon do Pará (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 435
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 435
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 435100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.