Jacomo (Jácomo Dagostin) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Guia Lopes da Laguna em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Guia Lopes da Laguna/MS: 3.418 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Guia Lopes da Laguna/MS, declarou R$ 276 mil em receitas: R$ 117 de outros recursos do partido, R$ 125 mil de doações privadas (60 doadores) e R$ 151 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 53 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 163 mil.
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Evolução da votação nas eleições
3.418 votos em 2012 (eleito) · 2 eleições
A votação de Jacomo Dagostin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 276 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos contratados
Jacomo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Guia Lopes da Laguna (MS) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 276 mil em receitas: R$ 117 de outros recursos do partido, R$ 125 mil de doações privadas (60 doadores) e R$ 151 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 53 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2008, R$ 163 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 276 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 76 milcontratados
Gastos em 2008R$ 163 milcontratados, campanha encerrada
partido 14% · pessoas 9% · empresas 15% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 163 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 57 mil34,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil7,5%
Materiais impressosR$ 10 mil6,1%
Multas eleitoraisR$ 5 mil2,8%
Outras 10 categoriasinclui R$ 41 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 79 mil48,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.