Marcos Aurelio de Paula Terrinha

Foto de Marcos Aurelio de Paula Terrinha
Marcos Aurelio de Paula Terrinha
6 eleições entre 1996 e 2018 · último partido AVANTE
54 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Estadual
Comparar

Marcos Terrinha (Marcos Aurélio de Paula Terrinha) disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ribeirão das Neves em 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MG: 2.431 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil do Fundo Partidário, R$ 500 de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 15 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.431 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Marcos Aurelio de Paula Terrinha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 56 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos

Marcos Terrinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ribeirão das Neves (MG) em 2008, e deputado federal por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil do Fundo Partidário, R$ 500 de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Em 2008, R$ 19 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 56 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
doações de pessoas
FEFC 38% · Fundo Partidário 26% · pessoas menos de 1% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 21 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 15 mil72,4%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil12,4%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil7,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil5,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 4142,0%
2008Vereador, Ribeirão das Neves (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 71% · empresas 15% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil38,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil21,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil7,2%
  • AlimentaçãoR$ 1610,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil31,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885