Marcia Melo (Márcia Oliveira de Melo) disputou 4 eleições entre 2004 e 2014, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por MG: 1.401 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por MG, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 62 mil de outras campanhas e R$ 300 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2012 (56% com publicidade por materiais impressos) e R$ 5 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.401 votos em 2014 · 4 eleições
A votação de Márcia Oliveira de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 62 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos contratados
Marcia Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Ribeirão das Neves (MG) em 2008 e 2012, e deputada estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 62 mil de outras campanhas e R$ 300 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2012, 56% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 62 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 35 milcontratados
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 11% · pessoas 57% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil33,8%
Serviços de terceirosR$ 84016,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3827,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1001,9%
Outras 2 categoriasR$ 2 mil40,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE1.401GMG · 41 anos · Parda · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PT do B · nº 70234 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012943não eleitoLRibeirão das Neves, Minas Gerais · 39 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PT do B · nº 70123 · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE837LRibeirão das Neves, Minas Gerais · 35 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PRP · nº 44580 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE216LRibeirão das Neves, Minas Gerais · 31 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PRP · nº 44580 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.