Professor Halley

Foto de Halley Mendes Cunha
Professor Halley
Halley Mendes Cunha (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2018 · PSOL
50 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Halley (Halley Mendes Cunha) disputou 3 eleições entre 2008 e 2018, para deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MG: 846 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 730 de doações privadas e R$ 270 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 600, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 400), militância e mobilização de rua (R$ 100) e publicidade por adesivos (R$ 100). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 e R$ 5 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

846 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Halley Mendes Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 5 mil em receitas · R$ 600 em gastos

Professor Halley declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Porteirinha (MG) em 2008 e 2012, e deputado federal por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 730 de doações privadas e R$ 270 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 600, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 400) e militância e mobilização de rua (R$ 100). Em 2012, R$ 2 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 600campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
FEFC 81% · pessoas 14% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 40066,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10016,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 10016,7%
2012Prefeito, Porteirinha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 17% · empresas 22% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 64027,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60026,0%
  • Materiais impressosR$ 54023,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30013,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 2239,7%
2008Prefeito, Porteirinha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 63012,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58711,9%
  • Serviços de terceirosR$ 50010,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 901,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil63,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892