Afonso do Altivo

Foto de Afonso Teixeira dos Santos
Afonso do Altivo
Afonso Teixeira dos Santos (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido AVANTE
57 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Afonso do Altivo (Afonso Teixeira dos Santos) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Piedade dos Gerais em 2016 e 2008; vereador de Piedade dos Gerais em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Piedade dos Gerais/MG: 1.782 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Piedade dos Gerais/MG, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), pesquisas ou testes eleitorais (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1.782 votos em 2012 · 7 eleições

A votação de Afonso Teixeira dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 41 mil em receitas · R$ 38 mil em gastos contratados

Afonso do Altivo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Piedade dos Gerais (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 6 mil).

Receitas em 2012R$ 41 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 38 milcontratados
Campanhas12012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Piedade dos Gerais (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
17 doadores pessoas físicas
pessoas 26% · empresas 5% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil21,1%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 6 mil15,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil15,4%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil13,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 975 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil34,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892