Marcinho Pimentel (Márcio Henrique Alvarenga Pimentel) disputou 6 eleições entre 2004 e 2016, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Leopoldina em 2016. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Leopoldina/MG: 13.620 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Leopoldina/MG, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 83 de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (79 doadores), R$ 21 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 83 mil em 2010 e R$ 23 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
13.620 votos em 2012 · 6 eleições
A votação de Márcio Henrique Alvarenga Pimentel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 99 mil em receitas · R$ 49 mil em gastos contratados
Marcinho Pimentel declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e prefeito em Leopoldina (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 83 de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (79 doadores), R$ 21 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil). Em 2010, R$ 83 mil em gastos contratados; em 2008, 41% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 99 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 49 milcontratados
Gastos em 2010R$ 83 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010SUPLENTE12.621GMG · 50 anos · Superior completo · Servidor Público Municipal · PC do B · nº 65133 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2008NÃO ELEITO6.654LLeopoldina, Minas Gerais · 48 anos · Superior completo · Arquiteto · PP · nº 11 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.