João do Joaninho (PSB) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 9.360 votos, pelo resultado oficial do TSE. João do Joaninho (João Evangelista de Almeida) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Juiz de Fora em 2024, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MG: 9.360 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 174 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 48 mil em 2024 (62% com pessoal) e R$ 35 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
9.360 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de João Evangelista de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 176 mil em receitas · R$ 103 mil em gastos contratados
João do Joaninho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Juiz de Fora (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 174 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil); R$ 100 mil já foram pagos. Em 2024, 62% dos R$ 48 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2020, 44% dos R$ 35 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Receitas em 2026R$ 176 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 103 milcontratados, parcial; R$ 100 mil pagos
Gastos em 2024R$ 48 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil6,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 6704,1%
Outras 2 categoriasR$ 2 mil13,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.