Francisco Canalli (Francisco Carlos Canalli) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Juiz de Fora em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 13.647 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Juiz de Fora/MG, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2016 e R$ 38 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
986 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Francisco Carlos Canalli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 23 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos
Francisco Canalli declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e vereador em Juiz de Fora (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 23 mil em gastos contratados; em 2012, 42% dos R$ 38 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2020R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 22 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 29% · empresas 51% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil13,9%
Materiais impressosR$ 4 mil11,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,1%
Serviços de terceirosR$ 1 mil3,4%
Outras 7 categoriasR$ 22 mil65,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE986LJuiz de Fora, Minas Gerais · 48 anos · Branca · Superior completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PSL · nº 17777 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE1.942LJuiz de Fora, Minas Gerais · 44 anos · Branca · Ensino médio completo · Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração · PMDB · nº 15777 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.