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Detinho

Foto de Deusdedit Bernardo dos Reis
Detinho
Deusdedit Bernardo dos Reis (nome civil)
11 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PATRIOTA
71 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Detinho (Deusdedit Bernardo dos Reis) disputou 11 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 3.215 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Juiz de Fora/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 270 de outras campanhas, R$ 140 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 680), publicidade por materiais impressos (R$ 630) e publicidade por adesivos (R$ 90). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2014 (83% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

257 votos em 2020 · 11 eleições

A votação de Deusdedit Bernardo dos Reis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Detinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Juiz de Fora (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 270 de outras campanhas, R$ 140 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 680) e publicidade por materiais impressos (R$ 630). Em 2014, 83% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 56% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 10% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 68048,2%
  • Materiais impressosR$ 63044,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 906,4%
  • Encargos sociaisR$ 100,7%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 18% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil83,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3509,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2506,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 210,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 58056,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 32932,0%
  • Materiais de expedienteR$ 403,9%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 80 lançados como "diversas a especificar"R$ 807,8%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 560
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 560
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 53996,3%
  • PessoalR$ 213,8%
2008Vereador, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 420
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 420
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39092,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 307,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.