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Nirin O Compadre

Foto de Osnir Pinto Ferreira
Nirin O Compadre
Osnir Pinto Ferreira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PODE
67 anos em 2020 · Masculino · Lê e escreve
Aposentado (exceto Servidor Público)

Nirin O Compadre (Osnir Pinto Ferreira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Itanhomi/MG: 135 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Itanhomi/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 70 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 640), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 499) e publicidade por adesivos (R$ 187). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 405, 70% com publicidade por placas, estandartes e faixas.

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Evolução da votação nas eleições

135 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Osnir Pinto Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Nirin O Compadre declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itanhomi (MG) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 70 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 640) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 499). Em 2012, 70% dos R$ 405 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 405contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Itanhomi (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 7% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 64047,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 49936,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 18713,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 100,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 15 doados a outros candidatos e partidosR$ 151,1%
2012Vereador, Itanhomi (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 455
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 405
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 28269,6%
  • Materiais impressosR$ 12330,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.