- Publicidade por jornais e revistasR$ 15 mil41,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil24,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil12,8%
- Materiais impressosR$ 3 mil9,4%
- Outras 7 categoriasR$ 4 mil12,0%

Coronel Teatini (Sandro Afonso Teatini Selim de Sales) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em Ipatinga/MG, com 1.886 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Ipatinga/MG, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 586 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 29 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 15 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil).
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Coronel Teatini declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Ipatinga (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 586 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 29 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 15 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.