Juraci Madureira (Joraci Gonçalves Madureira) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Dom Joaquim em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Dom Joaquim/MG: 1.787 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Dom Joaquim/MG, declarou R$ 205 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 29 de empresas e R$ 195 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 46 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 92 mil.
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Evolução da votação nas eleições
1.787 votos em 2012 (eleito) · 3 eleições
A votação de Joraci Gonçalves Madureira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 205 mil em receitas · R$ 130 mil em gastos contratados
Juraci Madureira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Dom Joaquim (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 205 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 29 de empresas e R$ 195 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 46 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2008, R$ 92 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 205 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 130 milcontratados
Gastos em 2008R$ 92 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 80% · empresas 3% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 92 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil13,7%
Materiais impressosR$ 9 mil10,2%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil2,7%
ComíciosR$ 1 mil1,1%
Outras 3 categoriasR$ 66 mil72,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.