Rodrigo Vasconcelos de Almeida Kaboja (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSD
61 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
Kaboja (Rodrigo Vasconcelos de Almeida Kaboja) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Divinópolis em 2020, 2016, 2012 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por MG: 7.380 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Divinópolis/MG, declarou R$ 78 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 64 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil), publicidade por adesivos (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 56 mil em 2016 e R$ 10 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.532 votos em 2020 (eleito) · 9 eleições
A votação de Rodrigo Vasconcelos de Almeida Kaboja em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 78 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos
Kaboja declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, e vereador em Divinópolis (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 78 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 64 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil) e publicidade por adesivos (R$ 13 mil). Em 2016, R$ 56 mil em gastos contratados; em 2012, 69% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 78 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 66 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 56 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,6%
Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil35,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE941LDivinópolis, Minas Gerais · 41 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PTB · nº 14660 · ver resultado completo
Deputado Federal · 19987.380não eleitoGMG · 39 anos · Superior incompleto · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PSD · nº 4160 · ver resultado completo
Coligação: PSD / PSN
Vereador · 1996ELEITO1.543LDivinópolis, Minas Gerais · 37 anos · Superior incompleto · Comerciario · PTB · nº 14660 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.