Prof. Elesbão

Foto de Joaquim Elesbao Meireles
Prof. Elesbão
Joaquim Elesbao Meireles (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PDT
60 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Elesbão (Joaquim Elesbão Meireles) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Coronel Pacheco em 2012; vereador de Coronel Pacheco em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Coronel Pacheco/MG: 1.225 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Coronel Pacheco/MG, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e serviços contábeis (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2016 (74% com publicidade por materiais impressos) e R$ 10 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

382 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Joaquim Elesbao Meireles em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 56 mil em receitas · R$ 54 mil em gastos contratados

Prof. Elesbão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Coronel Pacheco (MG) em 2008, e prefeito em Coronel Pacheco (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2016, 74% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 45% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 56 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 54 milcontratados
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Coronel Pacheco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 24% · Fundo Partidário 71% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 54 mil
pago: R$ 53 mil (98%)
  • PessoalR$ 13 mil24,6%
  • Materiais impressosR$ 11 mil19,7%
  • Serviços contábeisR$ 7 mil12,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil11,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 17 mil31,3%
2016Prefeito, Coronel Pacheco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil74,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil15,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil6,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5501,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 4891,6%
2012Prefeito, Coronel Pacheco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 82% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil44,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8819,2%
  • Materiais impressosR$ 8759,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 8008,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil28,5%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Coronel Pacheco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 82% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20013,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 151,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil85,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892