José Ulisses Mingote

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José Ulisses Mingote
6 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PTB
65 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Trabalhador Rural
redes informadas ao TSE
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José Ulisses (José Ulisses Mingote) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 1.651 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cordisburgo/MG, declarou R$ 111 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (42% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 429 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

63 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de José Ulisses Mingote em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 111 em receitas

José Ulisses declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Cordisburgo (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 111 em receitas, de outras campanhas. Em 2016, 42% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos; em 2012, 100% dos R$ 429 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 111campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 111
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 28012,9%
  • Materiais impressosR$ 2009,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2009,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 200,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil67,7%
2012Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 579
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 429
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 429100,0%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido 62% · pessoas 18% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2605,3%
  • Materiais impressosR$ 2354,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil90,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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