Cássio Murilo Martins

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Cássio Murilo Martins
4 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSD
54 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Cássio do Dionísio (Cássio Murilo Martins) disputou 4 eleições entre 1996 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cordisburgo em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Cordisburgo/MG: 124 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cordisburgo/MG, declarou R$ 261 em receitas: R$ 111 de outras campanhas e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 150, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 150). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 e R$ 994 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

81 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Cássio Murilo Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 261 em receitas · R$ 150 em gastos

Cássio do Dionísio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cordisburgo (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 261 em receitas: R$ 111 de outras campanhas e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 150, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 150). Em 2016, R$ 2 mil em gastos contratados; em 2012, 61% dos R$ 994 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 261campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 150campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 261
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 42% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 150
tudo pago (100%)
  • Outras 1 categoriaR$ 150100,0%
2016Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 25% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 60024,9%
  • Serviços de terceirosR$ 32213,3%
  • Materiais impressosR$ 2008,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil53,5%
2012Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 69% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 994
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 61161,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 38438,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Cássio Murilo Martins (Cássio do Dionísio): candidaturas e votos · Radar do Voto