Helenice Meireles de Paula Matos

Foto de Helenice Meireles de Paula Matos
Helenice Meireles de Paula Matos
4 eleições entre 2000 e 2014 · último partido PTB
66 anos em 2014 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
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Helenice Meireles (Helenice Meireles de Paula Matos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2014, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por MG: 179 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por MG, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 400 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 400). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 413, 75% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

179 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Helenice Meireles de Paula Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Helenice Meireles declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Conselheiro Lafaiete (MG) em 2012, e deputada estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 400 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, 75% dos R$ 413 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 7 milcontratados
Gastos em 2012R$ 413contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2014Deputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil34,0%
  • PessoalR$ 4006,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil60,0%
2012Vereadora, Conselheiro Lafaiete (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 413
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 413
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30874,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 10525,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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