Osmar

Foto de Osmar Borges da Fonseca
Osmar
Osmar Borges da Fonseca (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PT
40 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Trabalhador de Construção Civil
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Osmar (Osmar Borges da Fonseca) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Congonhas do Norte em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Congonhas do Norte/MG: 118 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Carmo do Cajuru/MG, declarou R$ 395 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 216 em 2016 (54% com publicidade por materiais impressos) e R$ 428 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

10 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Osmar Borges da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 395 em receitas

Osmar declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Congonhas do Norte (MG) em 2008, e vereador em Carmo do Cajuru (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 395 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2016, 54% dos R$ 216 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 78% dos R$ 428 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 395campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 216contratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Carmo do Cajuru (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 395
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Carmo do Cajuru (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 216
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 54% · partido e outras campanhas 46%
Gasto contratado
R$ 216
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11653,7%
  • Serviços de terceirosR$ 10046,3%
2012Vereador, Carmo do Cajuru (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 428
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 428
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33377,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5312,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 419,7%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Congonhas do Norte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 190
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 190
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 190100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892