5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSDB
70 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Juca (José de Oliveira Filho) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Capitão Andrade em 2012 e 2004; vice-prefeito de Capitão Andrade em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Capitão Andrade/MG: 1.770 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Capitão Andrade/MG, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), serviços advocatícios (R$ 10 mil) e serviços contábeis (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 39 mil em 2012 e R$ 48 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
819 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Jose de Oliveira Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 41 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos
Juca declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Capitão Andrade (MG) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Em 2012, R$ 39 mil em gastos contratados; em 2008, 49% dos R$ 48 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 41 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 41 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 39 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 11% · pessoas 33% · empresas 11% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 23 mil48,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil6,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil6,2%
PessoalR$ 2 mil4,2%
Outras 9 categoriasinclui R$ 254 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil33,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000ELEITO1.832LCapitão Andrade, Minas Gerais · 50 anos · Ensino fundamental incompleto · Trabalhador Agrícola · PPB · nº 111 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.