Roberto Lucas

Foto de Roberto Sergio Lucas
Roberto Lucas
Roberto Sergio Lucas (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
46 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberto Lucas (Roberto Sérgio Lucas) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 7.867 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Camanducaia/MG, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 15 de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 32 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

224 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Roberto Sergio Lucas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos

Roberto Lucas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Camanducaia (MG) em 2008 e 2012, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Camanducaia (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 15 de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Em 2016, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 32 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Camanducaia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil39,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil26,6%
  • Materiais impressosR$ 1 mil16,6%
  • Serviços de terceirosR$ 78010,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 5006,6%
2016Vereador, Camanducaia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil100,0%
2012Prefeito, Camanducaia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 115 mil
171 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 64% · empresas 7% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil33,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil20,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil13,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil11,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 7 mil22,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 71% · empresas 6% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil20,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil17,9%
  • PessoalR$ 6 mil16,3%
  • Materiais impressosR$ 4 mil9,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 14 mil36,2%
2008Prefeito, Camanducaia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
empresas 56% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil42,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 610,9%
  • Serviços de terceirosR$ 390,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil56,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892