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Pastor Paulino

Foto de Antonio Paulino de Lana
Pastor Paulino
Antonio Paulino de Lana (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2012 · último partido PPS
66 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental incompleto

Pastor Paulino (Antônio Paulino de Lana) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Betim em 2012. A maior votação foi em 2008, para vereador em Betim/MG: 3.610 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Betim/MG, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 18 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 40 mil, 75% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

3.129 votos em 2012 (eleito) · 2 eleições

A votação de Antonio Paulino de Lana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 67 mil em receitas · R$ 39 mil em gastos contratados

Pastor Paulino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Betim (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Em 2008, 75% dos R$ 40 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2012R$ 67 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 39 milcontratados
Gastos em 2008R$ 40 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 67 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 56% · empresas 4% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil47,1%
  • Materiais impressosR$ 13 mil32,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil7,6%
  • TelefoneR$ 2 mil6,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil6,0%
2008Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 58% · empresas 4% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30 mil75,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 990,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil24,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.