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Davi Correia

Foto de Davi Correia Nunes
Davi Correia
Davi Correia Nunes (nome civil)
8 eleições entre 2000 e 2024 · último partido NOVO
66 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vendedor de Comércio Varejista e Atacadista
redes informadas ao TSE

Davi Correia (Davi Correia Nunes) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 1.250 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Betim/MG, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2020 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 326 em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

85 votos em 2024 · 8 eleições

A votação de Davi Correia Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 13 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos

Davi Correia declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Betim (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2020, 100% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 92% dos R$ 326 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2024R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
FEFC 12% · partido e outras campanhas 67% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil51,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil20,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5006,4%
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 65% · próprios 35%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
FEFC 56% · partido 18% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil100,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 30% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 326
pago: R$ 313 (96%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 30091,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 268,1%
2016Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 49% · pessoas 15% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil42,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil37,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil10,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8757,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 2502,1%
2012Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 73% · pessoas 15% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil38,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil13,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil12,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 96211,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil23,3%
2008Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 2% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2956,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil93,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.