Dacy

Foto de Dácio Rocha Pereira
Dacy
Dácio Rocha Pereira (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSL
50 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dacy (Dácio Rocha Pereira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Presidente Juscelino em 2008; vereador de Presidente Juscelino em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Presidente Juscelino/MA: 4.238 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Presidente Juscelino/MA, declarou R$ 78 mil em receitas: R$ 29 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 26 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 26 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 69% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.548 votos em 2012 · 4 eleições

A votação de Dácio Rocha Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 78 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos contratados

Dacy declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Presidente Juscelino (MA) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 78 mil em receitas: R$ 29 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 26 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 26 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil). Em 2008, 69% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2012R$ 78 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 34 milcontratados
Gastos em 2008R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Presidente Juscelino (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
21 doadores pessoas físicas
pessoas 37% · empresas 34% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 26 mil75,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil15,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil8,7%
2008Prefeito, Presidente Juscelino (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil69,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 150,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil30,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892