Fernando Pellozo disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Senador Canedo em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Senador Canedo/GO: 36.807 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Senador Canedo/GO, declarou R$ 968 mil em receitas: R$ 326 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 623 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 958 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 168 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil) e serviços de terceiros (R$ 100 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 371 mil em 2020 e R$ 209 mil em 2018.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
29.025 votos em 2024 (eleito) · 6 eleições
A votação de Fernando Pellozo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2024: R$ 968 mil em receitas · R$ 958 mil em gastos
Fernando Pellozo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Senador Canedo (GO) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Goiás em 2018, e prefeito em Senador Canedo (GO) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 968 mil em receitas: R$ 326 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 623 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 958 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 168 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil). Em 2020, R$ 371 mil em gastos; em 2018, 70% dos R$ 209 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2024R$ 968 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 958 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 371 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 61% · pessoas 32% · empresas 6% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 4 mil37,6%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 960,9%
Outras 1 categoriaR$ 7 mil61,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.