58 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz Carlos (Luiz Carlos da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Rio Quente/GO: 1.398 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Rio Quente/GO, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 750 de outros recursos do partido, R$ 63 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 33 mil, 46% com serviços de terceiros.
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Evolução da votação nas eleições
1.398 votos em 2016 · 2 eleições
A votação de Luiz Carlos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 66 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados
Luiz Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Rio Quente (GO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 750 de outros recursos do partido, R$ 63 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Em 2012, 46% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2016R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 66 milcontratados
Gastos em 2012R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 55% · pessoas 45% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 15 mil46,1%
Materiais impressosR$ 13 mil38,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil10,8%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil4,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.