- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 8 mil23,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil22,6%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3000,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2800,9%
- Outras 2 categoriasR$ 17 mil52,3%
Dr Doriocan (Doriocan José dos Santos) disputou 5 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por GO: 11.877 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por GO, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 61 de doações privadas e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 8 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Doriocan Jose dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Doriocan declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Goiás em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 61 de doações privadas e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.