Erivaldo (Erivaldo Alexandre da Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Itapirapuã em 2020 e 2008; vereador de Itapirapuã em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Itapirapuã/GO: 3.152 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itapirapuã/GO, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil), serviços advocatícios (R$ 17 mil) e serviços contábeis (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 113 mil em 2016 (40% com serviços próprios prestados por terceiros) e R$ 49 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
3.125 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições
A votação de Erivaldo Alexandre da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 111 mil em receitas · R$ 107 mil em gastos
Erivaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Itapirapuã (GO) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e serviços advocatícios (R$ 17 mil). Em 2016, 40% dos R$ 113 mil em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros; em 2012, R$ 49 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 111 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 107 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 113 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 12% · pessoas 84% · empresas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 31 mil57,1%
Materiais impressosR$ 8 mil14,2%
Serviços de terceirosR$ 4 mil7,7%
Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil3,1%
Outras 5 categoriasR$ 10 mil17,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LItapirapuã, Goiás · 27 anos · Ensino fundamental incompleto · Mecanico de Manutenção de Veículos Automotores e Máquinas · PMDB · nº 151 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PMDB / PSD
Vereador · 1996ELEITO281LItapirapuã, Goiás · 23 anos · Ensino fundamental incompleto · Mecanico de Manutençao · PMDB · nº 15608 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.