Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jeffersson (Jeffersson Adriano Louza) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Leopoldo de Bulhões em 2012; vereador de Leopoldo de Bulhões em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Leopoldo de Bulhões/GO: 2.916 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Leopoldo de Bulhões/GO, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 29 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 22 mil), publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2012 e R$ 37 mil em 2008.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
2.354 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Jeffersson Adriano Louza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 83 mil em receitas · R$ 83 mil em gastos contratados
Jeffersson declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Leopoldo de Bulhões (GO) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 29 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 22 mil) e publicidade por adesivos (R$ 17 mil). Em 2012, R$ 19 mil em gastos contratados; em 2008, 53% dos R$ 37 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2016R$ 83 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 83 milcontratados
Gastos em 2012R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 2 mil5,2%
Outras 3 categoriasR$ 1 mil3,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO287LLeopoldo de Bulhões, Goiás · 32 anos · Superior incompleto · Bancario e Economiario · PT · nº 13333 · ver resultado completo
Coligação: PT / PDT / PMDB / PL / PFL / PSDB
Vereador · 1996113não eleitoLLeopoldo de Bulhões, Goiás · 28 anos · Superior incompleto · Bancario · PT · nº 13611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.