7 eleições entre 2008 e 2022 · último partido AVANTE
51 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio incompleto
Vereador
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Miguel da Policlinica (Miguel Mates Santos) disputou 7 eleições entre 2008 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Serra em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por ES: 9.817 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Serra/ES, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 468 de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 60 mil em 2018 e R$ 20 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
57 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Miguel Mates Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 20 mil em receitas · R$ 19 mil em gastos
Miguel da Policlinica declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Serra (ES) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Espírito Santo em 2014, e deputado federal por Espírito Santo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 468 de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2018, R$ 60 mil em gastos; em 2016, 52% dos R$ 20 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Gastos em 2020R$ 19 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil21,5%
PessoalR$ 3 mil16,3%
Publicidade por carros de somR$ 3 mil15,3%
Outras 1 categoriaR$ 3 mil15,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.