Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Basilio da Saude (Basílio Antônio Neves Santos) disputou 7 eleições entre 2008 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Serra em 2016. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por ES: 4.973 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Serra/ES, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 18 mil em 2022 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 13 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
784 votos em 2024 · 7 eleições
A votação de Basilio Antonio Neves Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 30 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos
Basilio da Saude declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Serra (ES) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Espírito Santo em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil). Em 2022, 100% dos R$ 18 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 13 mil em gastos.
Receitas em 2024R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 37% · pessoas 56% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 69017,4%
Outras 1 categoriaR$ 3 mil82,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.