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Jo do Ze Campos

Foto de Joceane Oliveira Faria
Jo do Ze Campos
Joceane Oliveira Faria (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PMDB
33 anos em 2016 · Feminino · Superior incompleto
Vereador

Jo do Ze Campos (Joceane Oliveira Faria) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora e deputada federal, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Divino de São Lourenço em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Divino de São Lourenço/ES: 120 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Divino de São Lourenço/ES, declarou R$ 478 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 478, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300), publicidade por materiais impressos (R$ 100) e publicidade por adesivos (R$ 78). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2014 (100% com serviços de terceiros) e R$ 191 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

26 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Joceane Oliveira Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 478 em receitas · R$ 478 em gastos contratados

Jo do Ze Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Divino de São Lourenço (ES) em 2012 e 2016, e deputada federal por Espírito Santo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 478 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 478, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 100). Em 2014, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 55% dos R$ 191 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 478campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 478contratados
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Divino de São Lourenço (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 478
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 478
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30062,8%
  • Materiais impressosR$ 10020,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 7816,3%
2014Deputada federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil100,0%
2012Vereadora, Divino de São Lourenço (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 85% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 191
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10554,9%
  • Materiais impressosR$ 8645,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.