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Nonato Baxim

Foto de Raimundo Nonato Rodrigues de Oliveira
Nonato Baxim
Raimundo Nonato Rodrigues de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PP
70 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Nonato Baxim (Raimundo Nonato Rodrigues de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Maracanaú em 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Maracanaú/CE: 1.157 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Maracanaú/CE, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 804) e publicidade por materiais impressos (R$ 418). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 56% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

74 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Raimundo Nonato Rodrigues de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 6 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Nonato Baxim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Maracanaú (CE) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 804). Em 2008, 56% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2012R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Maracanaú (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 7% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil74,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 80416,3%
  • Materiais impressosR$ 4188,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 340,7%
2008Vereador, Maracanaú (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 23% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil56,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil11,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 450,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil32,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.