- Materiais impressosR$ 30 mil29,5%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil19,6%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 19 mil18,2%
- Serviços contábeisR$ 18 mil17,7%
- Outras 4 categoriasR$ 15 mil15,1%

Segundo o Radar do Voto, Ricardo Sales (PRD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Ceará em 2026, com 6.014 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ricardo Sales (Ricardo José de Oliveira Silva) disputou 5 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, vereador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Aracati em 2020, 2016 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Aracati/CE: 14.912 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por CE, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 35 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 61 mil em 2020 (41% com serviços advocatícios) e R$ 56 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ricardo Jose de Oliveira Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ricardo Sales declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Aracati (CE) em 2008, 2016 e 2020, prefeito em Aracati (CE) em 2012, e deputado estadual por Ceará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 35 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil); R$ 102 mil já foram pagos. Em 2020, 41% dos R$ 61 mil em gastos foram com serviços advocatícios; em 2016, R$ 56 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.