Rodrigo Venâncio

Foto de Allyson Rodrigo Figueredo Venancio da Silva
Rodrigo Venâncio
Allyson Rodrigo Figueredo Venancio da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PRTB
34 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Vereador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rodrigo Venâncio (Allyson Rodrigo Figueredo Venancio da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ponto NOVO em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Ponto NOVO/BA: 210 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ponto NOVO/BA, declarou R$ 570 em receitas: R$ 370 de doações privadas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 570, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 350), serviços de terceiros (R$ 200) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 60% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

19 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Allyson Rodrigo Figueredo Venancio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 570 em receitas · R$ 570 em gastos contratados

Rodrigo Venâncio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ponto NOVO (BA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 570 em receitas: R$ 370 de doações privadas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 570, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 350) e serviços de terceiros (R$ 200). Em 2012, 60% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 570campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 570contratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Ponto NOVO (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 570
doações de pessoas
pessoas 65% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 570
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 35061,4%
  • Serviços de terceirosR$ 20035,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 122,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 8 lançados como "diversas a especificar"R$ 81,5%
2012Vereador, Ponto NOVO (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 71% · empresas 29%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 80059,7%
  • Materiais impressosR$ 54040,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892