- Materiais impressosR$ 128 mil10,3%
- Serviços de terceirosR$ 75 mil6,0%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 126 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 657 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1 milhão83,6%
Nivaldo Jatobá disputou 3 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São Miguel dos Campos em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em São Miguel dos Campos/AL: 15.553 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em São Miguel dos Campos/AL, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 150 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 1,9 milhão de empresas e R$ 381 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 128 mil), serviços de terceiros (R$ 75 mil) e materiais de expediente (R$ 71 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nivaldo Jatoba em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nivaldo Jatobá declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Miguel dos Campos (AL) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 150 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 1,9 milhão de empresas e R$ 381 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 128 mil) e serviços de terceiros (R$ 75 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.