Doutor Everaldo (Everaldo Pereira Cavalcante) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Santana do Ipanema em 2004; vereador de Santana do Ipanema em 2000. A maior votação foi em 2000, para vereador em Santana do Ipanema/AL: 542 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santana do Ipanema/AL, declarou R$ 14 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
226 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Everaldo Pereira Cavalcante em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 14 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos contratados
Doutor Everaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Santana do Ipanema (AL) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 14 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).
Outras 4 categoriasinclui R$ 420 lançados como "diversas a especificar" e R$ 400 doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil21,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE484GAL · 50 anos · Superior completo · Medico · PPS · nº 23444 · ver resultado completo
Coligação: PRTB / PTB / PPS / PPB / PFL
Vereador · 2000ELEITO542LSantana do Ipanema, Alagoas · 48 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45444 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PSL / PTB / PSB
Vereador · 1996SUPLENTE154LSantana do Ipanema, Alagoas · 44 anos · Dado Inexistente · PFL · nº 25650 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.