Dr Luciano do Oswaldo Cruz

Foto de Luciano de Castro Teixeira
Dr Luciano do Oswaldo Cruz
Luciano de Castro Teixeira (nome civil)
6 eleições entre 2010 e 2022 · último partido DC
47 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Luciano do Oswaldo Cruz (Luciano de Castro Teixeira) disputou 6 eleições entre 2010 e 2022, para governador, vereador, deputado federal, vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por TO: 2.316 votos. Na campanha de 2022 para governador por TO, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 115 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 941 de outras campanhas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil), serviços de terceiros (R$ 19 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 27 mil em 2020 e R$ 61 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

1.232 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Luciano de Castro Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 127 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos

Dr Luciano do Oswaldo Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2010, prefeito em Palmas (TO) em 2012, deputado federal por Tocantins em 2018, vereador em Palmas (TO) em 2020, e governador por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 115 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 941 de outras campanhas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e serviços de terceiros (R$ 19 mil). Em 2020, R$ 27 mil em gastos; em 2018, R$ 61 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 127 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 79 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2010 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Governador, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 127 mil
sem doações de pessoas
FEFC 91% · partido e outras campanhas menos de 1% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 79 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 41 mil51,5%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil24,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil13,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil7,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil4,1%
2020Vereador, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
sem doações de pessoas
FEFC 73% · partido e outras campanhas 3% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil25,5%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil19,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil18,4%
  • PessoalR$ 4 mil12,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 7 mil23,7%
2018Deputado federal, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 79 mil
sem doações de pessoas
FEFC 63% · Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 20% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 61 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil37,5%
  • Materiais impressosR$ 22 mil36,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil17,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil2,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil5,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 54 mil
doações de pessoas
pessoas 21% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil57,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil22,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil18,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6001,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 2300,7%
2010Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 17% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil11,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil6,7%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil5,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil3,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 51 mil73,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892