Nilmar

Foto de Nilton Cesar Holovaty
Nilmar
Nilton Cesar Holovaty (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2014 · último partido PSB
43 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Nilmar (Nilton César Holovaty) disputou 4 eleições entre 2004 e 2014, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Porto UNIÃO em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SC: 2.230 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SC, declarou R$ 233 mil em receitas: R$ 80 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 153 mil de doações privadas (52 doadores). Os gastos contratados somam R$ 233 mil, principalmente com pessoal (R$ 36 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.230 votos em 2010 · 4 eleições

A votação de Nilton Cesar Holovaty em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 233 mil em receitas · R$ 233 mil em gastos contratados

Nilmar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Porto UNIÃO (SC) em 2008, e deputado estadual por Santa Catarina em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 233 mil em receitas: R$ 80 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 153 mil de doações privadas (52 doadores). Os gastos contratados somam R$ 233 mil, principalmente com pessoal (R$ 36 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil). Em 2008, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 233 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 233 milcontratados
Gastos em 2008R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 233 mil
52 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 66%
Gasto contratado
R$ 233 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 36 mil15,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil6,2%
  • Materiais impressosR$ 12 mil5,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil4,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 159 mil68,5%
2008Vereador, Porto UNIÃO (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892