Katia Graziela Ajala da Rosa

Foto de Katia Graziela Ajala da Rosa
Katia Graziela Ajala da Rosa
2 eleições entre 2010 e 2014 · PDT
39 anos em 2014 · Feminino · Ensino médio completo
Auxiliar de Escritório e Assemelhados
Comparar

Katia Ajala (Katia Graziela Ajala da Rosa) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputada estadual e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por RS: 220 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 373 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 373). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 50% com pessoal.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

48 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Katia Graziela Ajala da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Katia Ajala declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2010, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 373 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2010, 50% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2014R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 6 milcontratados
Gastos em 2010R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2014Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 93% · partido 7%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil70,6%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil18,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3736,7%
  • Materiais impressosR$ 1803,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 801,4%
2010Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 mil50,1%
  • Materiais impressosR$ 93246,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 643,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Katia Graziela Ajala da Rosa (Katia Ajala): candidaturas e votos · Radar do Voto