- Materiais impressosR$ 16 mil31,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 15 mil29,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil10,1%
- Locação de imóveisR$ 4 mil8,2%
- Outras 4 categoriasR$ 10 mil20,5%
Deputado Estadual por Rondônia · 1º turno
100,00% das urnas de Rondônia apuradas às 19h49 (TSE)
2.507 votos (0,27% dos válidos)
71º lugar até agora, entre 248 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números ainda podem mudar até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Sid Orleans (Sid Orleans Cruz) disputou 9 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto Velho em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RO: 5.581 votos. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por RO pelo PT. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RO, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 23 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 55 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil), militância e mobilização de rua (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 40 mil em 2022 (44% com pessoal) e R$ 4 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sid Orleans Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sid Orleans declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Rondônia em 2010, 2018, 2022 e 2026, e deputado federal por Rondônia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 23 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 55 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 15 mil); R$ 25 mil já foram pagos. Em 2022, 44% dos R$ 40 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, 40% dos R$ 4 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Resultado parcial, no alto desta página.