Waldecyr Leal dos Santos

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Waldecyr Leal dos Santos
4 eleições entre 2010 e 2020 · último partido MDB
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Militar Reformado
redes informadas ao TSE
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Prof Leal Santos (Waldecyr Leal dos Santos) disputou 4 eleições entre 2010 e 2020, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PA: 285 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Ananindeua/PA, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 700 de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2014 (100% com serviços de terceiros) e R$ 7 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

23 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Waldecyr Leal dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas

Prof Leal Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2010, vereador em Belém (PA) em 2012, deputado estadual por Pará em 2014, e vereador em Ananindeua (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 700 de doações privadas. Em 2014, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2012, 2014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Ananindeua (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 38%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil100,0%
2012Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 500
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver a campanha anterior
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
pessoas 7% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil39,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil32,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil28,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Waldecyr Leal dos Santos (Prof Leal Santos): candidaturas e votos · Radar do Voto