Marcelo Tigre

Foto de Marcelo Alves Eneas Dantas
Marcelo Tigre
Marcelo Alves Eneas Dantas (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2018 · último partido PSDB
45 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor e Instrutor de Formação Profissional

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Tigre (Marcelo Alves Eneas Dantas) disputou 3 eleições entre 2010 e 2018, para deputado federal e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado distrital por DF: 1.865 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por DF, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário e R$ 700 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 49 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 700). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2014 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 5 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.320 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Marcelo Alves Eneas Dantas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 53 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos contratados

Marcelo Tigre declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2010 e 2014, e deputado federal por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário e R$ 700 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 49 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 700). Em 2014, 47% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2010, 100% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 53 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 50 milcontratados
Gastos em 2014R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
doações de pessoas
FEFC 94% · Fundo Partidário 4% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 50 mil
pago: R$ 50 mil (99%)
  • Serviços de terceirosR$ 49 mil98,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 7001,4%
2014Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 47% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil47,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil33,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 62912,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3506,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 130,3%
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892