Coronel Charles Magalhães

Foto de Charles de Magalhaes Araujo Junior
Coronel Charles Magalhães
Charles de Magalhaes Araujo Junior (nome civil)
4 eleições entre 2006 e 2022 · último partido PSD
56 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Coronel Charles Magalhães (Charles de Magalhães Araújo Júnior) disputou 4 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal e deputado distrital, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por DF: 11.114 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por DF, declarou R$ 760 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 139 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 736 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 208 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 100 mil) e pessoal (R$ 80 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 303 mil em 2018 (45% com militância e mobilização de rua) e R$ 25 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

2.290 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Charles de Magalhaes Araujo Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 760 mil em receitas · R$ 736 mil em gastos

Coronel Charles Magalhães declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006, 2018 e 2022, e deputado distrital por Distrito Federal em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 760 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 139 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 736 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 208 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 100 mil). Em 2018, 45% dos R$ 303 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2010, R$ 25 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 760 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 736 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 303 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 760 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 79% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 18% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 736 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 208 mil28,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 100 mil13,6%
  • PessoalR$ 80 mil10,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 76 mil10,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 11 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 273 mil37,0%
2018Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 343 mil
doações de pessoas
FEFC 63% · Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 2% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 303 mil
pago: R$ 282 mil (93%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 136 mil44,7%
  • Serviços de terceirosR$ 74 mil24,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil1,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil1,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 83 mil27,4%
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 20% · empresas 28% · próprios 1% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 6 mil21,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2791,1%
  • Multas eleitoraisR$ 2501,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 680 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil52,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 50% · empresas 13% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil17,7%
  • Materiais impressosR$ 8 mil16,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil9,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil6,7%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 901 lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil49,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892