- Serviços de terceirosR$ 69 mil20,3%
- Materiais impressosR$ 41 mil12,0%
- PessoalR$ 34 mil10,1%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 24 mil7,1%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 418 lançados como "diversas a especificar"R$ 172 mil50,5%

Lilian Brunelli (Lilian Brunelli de Figueredo) disputou 1 eleição, em 2010, para deputada distrital por DF, com 7.208 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputada distrital por DF, declarou R$ 340 mil em receitas: R$ 44 mil de outras campanhas, R$ 170 mil de doações privadas (186 doadores), R$ 122 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 340 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 69 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e pessoal (R$ 34 mil).
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Lilian Brunelli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 340 mil em receitas: R$ 44 mil de outras campanhas, R$ 170 mil de doações privadas (186 doadores), R$ 122 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 340 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 69 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.