- Materiais impressosR$ 19 mil46,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil22,2%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil11,6%
- AlimentaçãoR$ 2 mil4,2%
- Outras 7 categoriasR$ 6 mil15,5%

J. Rubens (Jose Rubens Bento) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputado distrital e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por DF: 3.188 votos. Na campanha de 2010 para deputado distrital por DF, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 28 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Rubens Bento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
J. Rubens declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006, e deputado distrital por Distrito Federal em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 28 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil). Em 2006, R$ 14 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.