Professor Divino

Foto de Divino Gomes Dias
Professor Divino
Divino Gomes Dias (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2014 · último partido PPS
52 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Professor Divino (Divino Gomes Dias) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputado distrital, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado distrital por DF, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 40 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil), telefone (R$ 3 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil).

2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 18 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados

Professor Divino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 40 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil) e telefone (R$ 3 mil).

Receitas em 2010R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 17 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 28% · empresas 26% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil41,6%
  • TelefoneR$ 3 mil15,0%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil10,7%
  • AlimentaçãoR$ 5123,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil29,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892